O mapa completo de onde a IA gera mais valor na sua operação.

Uma imersão de 4 a 6 semanas dentro da operação, conduzida por especialistas em processos e IA aplicada, sob supervisão do founder da Pixelwolf. Sai com diagnóstico, oportunidades priorizadas por retorno, plano de governança e roadmap de implementação pronto para decisão. Agnóstica de ferramenta.

Para quem é

Operações complexas, com governança de verdade.

Serve

Empresas com operações complexas: várias áreas, sistemas que não conversam, processos que vivem em planilha e na cabeça de poucas pessoas, e requisitos reais de governança e segurança de dados. Empresas em que a pergunta não é "qual ferramenta", e sim "por onde começar, em que ordem e com que retorno".

Não serve

Se a empresa já sabe qual processo quer resolver e quer ver resultado rápido, o Diagnóstico é um passo a mais. Nesse caso o AI Sprint entrega uma solução rodando em duas semanas. O Diagnóstico também não é uma lista de ferramentas de IA para testar: é um plano de implementação com número na frente.

O que a empresa recebe

Sete entregas, da fotografia da operação ao plano de decisão.

  1. Diagnóstico de processos

    A fotografia da operação como ela acontece, não como está documentada. Processos, fluxos, pessoas, gargalos e maturidade de dados, área por área.

  2. Matriz de oportunidades (impacto x esforço)

    Cada iniciativa de IA ou automação identificada, com estimativa de ganho (horas, erro evitado, receita destravada) e esforço de implementação. É o que permite decidir em vez de opinar.

  3. Arquitetura de soluções

    O desenho do que deve ser construído, integrado ou apenas reorganizado, com as opções de ferramenta e a alternativa de desenvolvimento próprio, cada uma com prós, contras e custos.

  4. Plano de governança e segurança

    Como os dados sensíveis são tratados, o que pode e o que não pode passar por modelos de IA, quem aprova o quê. Eixo prioritário para empresas com dados de clientes.

  5. Protótipos conceituais

    As hipóteses de maior valor testadas em protótipo antes de entrar no roadmap, para que o plano não seja de slide.

  6. Roadmap de implementação

    Fases, prazos e business case de cada frente, começando pelos ganhos rápidos.

  7. PRD e apresentação executiva

    O documento de produto para quem vai construir e a apresentação para quem vai decidir.

Como funciona

Seis etapas, da imersão à apresentação executiva.

  1. Imersão presencial

    Dois a três dias dentro da operação. Entrevistas com liderança e operação, observação do fluxo real de trabalho, levantamento de sistemas e dados.

  2. Oportunidades e priorização

    Semanas seguintes, remotas. Cada oportunidade avaliada por impacto financeiro, esforço e risco. As maiores viram desenho de solução.

  3. Arquitetura

    Desenho das soluções, com governança e segurança embutidas desde o começo.

  4. Prototipação

    Protótipos conceituais das hipóteses de maior valor, validados com quem opera.

  5. Roadmap

    Plano de implementação na ordem certa, com business case por frente.

  6. Documentação e apresentação

    PRD e apresentação executiva, entregues em sessão com a liderança.

Alinhamentos semanais durante todo o período.

O que precisamos de vocês

Um patrocinador, a etapa presencial e as agendas certas.

Um patrocinador na liderança que abra as portas e participe dos checkpoints semanais. Dois a três dias de etapa presencial, com o time da Pixelwolf dentro da operação. Entrevistas de 30 a 90 minutos com os perfis-chave, selecionados em conjunto no kickoff; quantos, depende do tamanho da operação. Acesso de leitura aos sistemas e às bases relevantes, com NDA assinado antes do kickoff. Uma pessoa de contato para destravar acessos e agendas.

Onde se aplica

Operações de serviços, redes, dados sensíveis e indústria.

Operações de serviços com várias áreas (financeiro, atendimento, comercial, backoffice), redes e franquias com fluxos repetidos entre unidades, empresas com dados sensíveis de clientes que precisam de governança antes de qualquer automação, e indústrias com processos de inspeção, planejamento e documentação intensivos em gente.

Marcas que já construíram com a Pixelwolf.

Perguntas frequentes

As perguntas que respondemos na primeira conversa.

Quanto tempo leva e por que não é mais rápido?

De 4 a 6 semanas. A imersão presencial leva dois ou três dias; o resto é análise, desenho, prototipação e validação com a liderança. Um diagnóstico de uma semana entrega opinião; este entrega um plano com estimativa de retorno por frente, testado em protótipo. É o tempo que leva para o plano ser confiável o suficiente para virar orçamento.

Precisamos ter dados organizados ou processos documentados antes?

Não. Mapear isso é parte do trabalho, e é comum que a documentação existente não corresponda ao que acontece de fato. Precisamos de acesso e de agenda das pessoas certas, não de preparação prévia.

Vocês recomendam ferramentas específicas?

Não temos parceria com fornecedor de IA e não revendemos ferramenta. Para cada oportunidade, apresentamos as opções de mercado e a alternativa de desenvolvimento próprio, com prós, contras e custo. A decisão é da empresa, com a informação toda na mão.

Como tratam a segurança dos dados?

Governança e segurança são um eixo do diagnóstico, não um apêndice. Trabalhamos com NDA antes do kickoff, acesso de leitura ao que for necessário, e o plano de governança define o que pode ou não passar por modelos de IA, onde os dados ficam e quem aprova exceções. Para empresas com dados de clientes, é muitas vezes o entregável mais valioso.

O que acontece depois do diagnóstico?

O roadmap sai pronto para virar projeto: escopo, business case e arquitetura já validados na operação. A empresa pode implementar com a Pixelwolf, com o time interno ou com outro fornecedor. Como a Pixelwolf também constrói, nada entra no roadmap que não saibamos entregar, com estimativa de esforço realista.

Quem conduz?

Um time de especialistas em processos e IA aplicada, sob a supervisão de Thiago Bisewski, founder da Pixelwolf, com mais de 15 anos entre engenharia de software e IA aplicada a negócios. A imersão presencial e a apresentação do roadmap contam com a participação direta dele.

O diagnóstico serve para uma PME?

Serve quando a operação é complexa o suficiente para que a ordem das coisas importe. Para uma empresa que quer resolver um processo específico, o AI Sprint é o caminho mais curto.

Pronto para falar sobre a sua operação?

Em uma conversa inicial, entendemos seu contexto e apontamos onde a IA gera mais valor.