Da arquitetura aos agentes: IA integrada à sua operação.
Para empresas que já sabem onde querem chegar e precisam de um sistema de IA sob medida, integrado ponta a ponta aos sistemas atuais, e não de peças soltas.
Para quem já tem o roadmap na mão.
Serve
Operações que saíram de um diagnóstico com roadmap na mão, ou que já testaram IA em um processo e agora precisam escalar para várias frentes com uma arquitetura comum. Empresas em que a solução precisa conversar com ERP, CRM, financeiro e atendimento, com governança e com gente no comando.
Não serve
Se ainda não está claro por onde começar, o projeto nasce sem prioridade. Nesse caso o Diagnóstico vem antes. Se é uma frente só, com escopo enxuto, o AI Sprint resolve em duas semanas.
Uma base comum, e as frentes sobre ela.
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Arquitetura comum para todas as frentes
Uma base de integração, dados e governança sobre a qual cada agente ou automação é construído, em vez de soluções isoladas que não conversam.
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Agentes e automações sob medida
Do desenho ao código, para os processos priorizados.
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Integração ponta a ponta com os sistemas atuais
ERP, CRM, financeiro, atendimento, planilhas que ainda são sistema.
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Camada humana preservada nas decisões
O que é decisão fica com pessoas; o agente prepara, sugere e executa o repetitivo.
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Documentação e capacitação do time
Entrega documentada e time treinado para operar e evoluir.
Arquitetura primeiro, frentes em etapas.
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Arquitetura
Desenho da base comum: integrações, dados, segurança, padrões de agente. Entregue antes de qualquer frente entrar em construção.
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Frentes em etapas
Cada agente ou automação é uma etapa com escopo, prazo e condições fechados. As etapas entram em produção uma a uma, não tudo no fim.
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Integração e operação assistida
Integração aos sistemas atuais e um período de operação acompanhada por etapa.
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Evolução
Retainer de evolução contínua para quem quer a Pixelwolf cuidando do sistema depois da entrega.
Um responsável de negócio e um técnico por frente.
Um responsável de negócio e um responsável técnico por frente. Acessos e ambientes de integração desde a etapa de arquitetura. Checkpoints semanais.
Financeiro, atendimento, comercial, operações e gestão.
Financeiro (conciliação, cobrança, análise de documentos), atendimento (triagem, resposta, escalonamento), comercial (qualificação, propostas, follow-up), operações (planejamento, inspeção, documentação) e gestão (relatórios, alertas e rotinas de decisão operados por agentes).
Marcas que já construíram com a Pixelwolf.
As perguntas que respondemos na primeira conversa.
Qual a diferença entre um projeto e vários sprints?
A arquitetura. Vários sprints resolvem vários processos de forma isolada; um projeto constrói uma base comum de integração, dados e governança, e cada frente se apoia nela. Isso custa mais no começo e custa muito menos a partir da terceira frente.
Como funciona o preço se o escopo é grande?
Em etapas. Cada frente tem escopo, prazo e valor fixos, e entra em produção antes de a próxima começar. A empresa não assina um projeto de um ano; assina a próxima etapa, com o resultado da anterior na mão.
Vocês desenvolvem os agentes ou configuram ferramentas prontas?
Os dois, dependendo da frente. Quando existe ferramenta que resolve, configuramos e integramos. Quando não existe, ou o custo por operação não fecha, desenvolvemos. A escolha é apresentada com prós, contras e custo mensal.
A equipe consegue operar depois?
Sim, e é um critério de entrega. Cada etapa sai documentada e com o time treinado. Para quem prefere a Pixelwolf cuidando da evolução, existe o retainer mensal, contratado à parte.
E a segurança dos dados?
Governança e segurança fazem parte da arquitetura, definidas antes da primeira frente: o que passa por modelo de IA, o que não passa, onde os dados ficam e quem aprova exceções. Trabalhamos com NDA e, quando necessário, com ambientes segregados.
De quem é o código?
Da empresa. Repositórios, credenciais e documentação ficam com o time interno.
Precisa ter feito o Diagnóstico antes?
Não é obrigatório, mas é o caminho mais curto: o roadmap sai com escopo, arquitetura e business case já validados. Sem diagnóstico prévio, a etapa de arquitetura absorve parte desse trabalho.
Pronto para falar sobre a sua operação?
Em uma conversa inicial, entendemos seu contexto e apontamos onde a IA gera mais valor.