Sobre a Pixelwolf

Desde 2015 construindo tecnologia que funciona de verdade.

Começamos como estúdio de produtos digitais, fomos adquiridos, passamos três anos dentro de uma edtech em escala e retomamos a marca. Hoje somos uma consultoria e software house de IA aplicada aos negócios, trabalhando com empresas dentro e fora do Brasil.

A Pixelwolf hoje

Um time enxuto, sênior e multiplicado por agentes.

12 profissionais seniores
5 a 6 agentes de IA coordenados por cada um
120+ projetos entregues

A gente usa no próprio dia a dia o que implementa nos clientes.

Nossa história

Da primeira tela à IA dentro da operação.

A Pixelwolf nasceu em Curitiba, em 2015, como um estúdio de produtos digitais com obsessão por experiência do usuário. Entender o problema vinha antes de qualquer tela, tanto que o processo de descoberta era oferecido sem custo. Foi assim que assumimos toda a tecnologia do Jovem Nerd, de site a app, e depois construímos para XP, EBANX, Hotmart, Ailos e Porta dos Fundos.

A IA entrou cedo na nossa rotina. Em 2018, anos antes do boom da IA generativa, já participávamos de projetos de IA ao lado de IBM e Microsoft. Em 2020, o Wollo, produto desenvolvido pela Pixelwolf, foi adquirido pela Hotmart. Em 2021, a própria Pixelwolf, então com cerca de 40 pessoas, foi adquirida pela Fluency Academy, edtech investida pela General Atlantic, e virou o time de tecnologia embarcado da empresa.

Nesse período construímos produto, tecnologia e cursos em escala, com IA aplicada a ferramentas de educação. No fim de 2024 retomamos a marca com o time de fundação e uma missão mais clara: levar para outras empresas o que aprendemos fazendo IA funcionar dentro de uma operação real.

Hoje atuamos em quatro frentes: diagnóstico de processos, implementação de agentes e automações, soluções de IA sob medida e capacitação de times. O trabalho passa por áreas como atendimento, comercial, marketing, jurídico, financeiro e chão de fábrica.

Manifesto

Tecnologia boa é a que some no dia a dia.

IA virou commodity. Trazer inteligência de verdade para dentro do negócio, não. A diferença não está na ferramenta, está na profundidade com que se entende a operação antes de automatizar. É por isso que começamos sempre pelos processos, através de uma metodologia de imersão que olha como o trabalho acontece de fato, e mantemos as pessoas no comando. A automação assume o repetitivo; a decisão e o relacionamento seguem humanos.

Processos → IA → Resultado.

Como trabalhamos

Três princípios que valem para todo projeto.

  • Operação antes da ferramenta.

    Nenhuma recomendação nasce de uma ferramenta procurando problema. Nasce de um processo mapeado, com gargalo identificado e ganho estimado.

  • Agnósticos por princípio.

    Não revendemos ferramenta nem temos parceria com fornecedor de IA. Cada opção é apresentada com prós, contras e custo, e a decisão é da empresa.

  • Quem constrói, diagnostica melhor.

    O mesmo time que desenha o plano é o que constrói produtos próprios e de clientes. Nada entra em um roadmap que não saibamos entregar.

Como um projeto acontece

Do diagnóstico à IA que fica de pé.

O caminho muda de empresa para empresa, mas a ordem é sempre a mesma: primeiro entender, depois priorizar, só então construir.

  1. 01

    Diagnóstico de 4 a 6 semanas

    Entrevistamos diretoria, gestores, lideranças e times operacionais para entender como o trabalho acontece, onde estão os gargalos e quais dados já existem.

  2. 02

    Matriz de priorização

    Cada oportunidade é avaliada por esforço, risco e retorno, separando ganhos rápidos de projetos de longo prazo. A governança de uso e de dados nasce junto com o plano.

  3. 03

    Implementação em ciclos de 12 semanas

    Agentes, automações e soluções sob medida entram em produção em ciclos curtos, com entregas que o time já usa no meio do caminho.

  4. 04

    Evolução contínua

    Medimos, ajustamos e capacitamos as pessoas para que a IA continue funcionando e evoluindo depois da entrega.

O que aprendemos

Os quatro erros que mais vemos em projetos de IA.

Exame · 28 de setembro de 2026

Fundador da Pixelwolf revela os erros mais comuns na implementação de IA nas empresas

Ler a matéria ↗
  1. Começar pela ferramenta

    Colocar IA em tudo sem saber o que ela vai resolver. Sem um problema definido, não tem como medir retorno.

  2. Liberar sem governança

    Distribuir ferramentas para o time sem regras de uso, de dados e de acesso. O risco costuma aparecer antes do resultado.

  3. Travar tudo no primeiro incidente

    Depois de um susto, bloquear qualquer uso de IA. A empresa perde o aprendizado acumulado e o uso tende a continuar, só que fora do radar.

  4. Querer construir tudo em casa

    Pesquisa do MIT mostrou que projetos de IA feitos com fornecedores especializados têm cerca do dobro da taxa de sucesso dos desenvolvidos internamente.

Trajetória

Os marcos até aqui.

  1. 2015

    O nascimento

    A Pixelwolf nasce em Curitiba como estúdio de produtos digitais, com foco em experiência do usuário.

  2. 2016

    Entretenimento em escala

    Toda a tecnologia do Jovem Nerd e produtos para o Festival de Curitiba.

  3. 2018

    IA e comunidade

    Primeiros projetos de IA ao lado de IBM e Microsoft. Nova sede em Curitiba vira ponto de encontro da comunidade, com Kotlin CWB e Figma Curitiba.

  4. 2019

    Diversificação

    Projetos para Ailos e Hotmart, em finanças e educação.

  5. 2020

    Wollo

    O Wollo, produto desenvolvido pela Pixelwolf, é adquirido pela Hotmart.

  6. 2021

    Aquisição

    A Pixelwolf é adquirida pela Fluency Academy, edtech investida pela General Atlantic, e vira o time de tecnologia da empresa.

  7. 2021 a 2024

    IA em educação

    IA aplicada a produtos e ferramentas digitais para o mercado de educação.

  8. 2024

    Pixelwolf 2.0

    No fim do ano, retomamos a marca com o time de fundação e foco em IA.

  9. 2026

    IA aplicada à operação

    Diagnóstico, implementação, projetos sob medida e capacitação, dentro e fora do Brasil.

Time

Time sênior, do estrategista ao engenheiro.

Gente que já construiu para grandes empresas e sabe que resultado vem de inteligência, conhecimento e processo. Cada profissional coordena seus próprios agentes de IA, o que desloca o trabalho das pessoas para arquitetura, revisão e decisão. A liderança é de Thiago Bisewski, founder da Pixelwolf, com mais de 15 anos em tecnologia e professor de IA aplicada no MBA e nos cursos de extensão da Exame | Saint Paul.

“Antes, o desenvolvimento do código era quase terapêutico. Hoje é um trabalho de revisão e de arquitetura, e é aqui que a experiência e o repertório realmente fazem a diferença.”
Thiago Bisewski, em entrevista à Exame

Marcas que já construíram com a Pixelwolf.

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