Sua primeira solução de IA rodando em 2 semanas.

Escopo e preço fechados. Na primeira semana, mapeamos o processo e desenhamos a solução. Na segunda, construímos e entregamos rodando, integrada ao que já existe e documentada para o time operar.

Para quem é

Um processo que já pesa. Não a dúvida de por onde começar.

Serve

Para empresas que já identificaram um processo que consome tempo demais, gera erro ou depende de uma pessoa só, e querem ver IA resolvendo isso antes de pensar em transformação maior. Funciona bem como primeira experiência: o risco é limitado, o resultado é concreto e o time aprende operando algo real.

Não serve

Se a pergunta ainda é "por onde começar" e existem várias áreas disputando prioridade, o Sprint resolve um pedaço e deixa a dúvida de pé. Nesse caso o ponto de partida é o Diagnóstico. Também não é para fluxos com muitas etapas e várias integrações: isso é projeto, orçado no mesmo modelo de escopo fechado, mas com prazo próprio.

O que entregamos

Cinco entregas, cada uma com forma e uso definidos.

  1. Diagnóstico do processo

    Como o fluxo acontece hoje, quem participa, onde trava e o que se repete. Sai em um documento curto, que vira a base do escopo.

  2. Definição do caso de uso

    O que a solução vai fazer, o que fica fora, e como vamos saber que funcionou. Fechado com o responsável pelo processo na semana 1.

  3. Construção da solução

    A automação ou o agente de IA, integrado às ferramentas que o time já usa.

  4. Treinamento do time

    Sessão prática com quem vai operar, com o processo real, antes da entrega.

  5. Entrega operacional

    Solução rodando em produção, documentada, com o time sabendo o que fazer quando algo sair do esperado.

Como funciona

Duas semanas, duas etapas.

  1. Semana 1 · Diagnóstico e desenho

    Uma sessão de mapeamento com o responsável pelo processo, levantamento das ferramentas e dos dados envolvidos, e o desenho da solução. Termina com o escopo da primeira versão aprovado por escrito.

  2. Semana 2 · Build e entrega assistida

    Construção, testes com casos reais do próprio processo, treinamento do time e entrega rodando. Os últimos dias são de operação acompanhada: o time usa, a Pixelwolf ajusta.

O que precisamos de vocês

Quatro horas por semana e os acessos no primeiro dia.

Um responsável pelo processo com cerca de 4 horas por semana disponíveis para as sessões de mapeamento, validação e treinamento. Acesso às ferramentas e aos dados do processo desde o primeiro dia. Uma amostra de casos reais para testar. Quando isso está disponível no kickoff, as duas semanas se sustentam; quando não está, o prazo começa a contar da liberação dos acessos.

Onde se aplica

Processos que já existem e têm volume.

  • Onboarding de clientes e fornecedores
  • Triagem e resposta de atendimento
  • Análise e extração de documentos
  • Conciliação financeira
  • Conteúdo com padrão da empresa
  • Inspeção e classificação por imagem

Os sprints partem de processos que já existem e têm volume: onboarding de clientes ou fornecedores, triagem e resposta de atendimento, análise e extração de documentos, conciliação financeira, geração de conteúdo com padrão da empresa, inspeção e classificação a partir de imagens. O critério é o mesmo em todos: um processo real, com entrada e saída claras, que hoje custa horas de gente.

Marcas que já construíram com a Pixelwolf.

Perguntas frequentes

As perguntas que respondemos na primeira conversa.

Dá para entregar algo útil em duas semanas?

Dá, porque o escopo é fechado para caber no prazo, e não o contrário. A semana 1 existe justamente para cortar o que não cabe. Uma primeira versão que resolve o caso mais frequente do processo, rodando de verdade, vale mais que um projeto amplo que leva meses para entrar em produção.

Quem define o caso de uso?

A empresa traz o processo; o caso de uso é fechado em conjunto na primeira semana. Chegar com um processo em mente acelera, mas não é obrigatório: a sessão de mapeamento costuma mostrar que o melhor ponto de partida não é o que parecia.

Precisamos ter dados organizados antes?

Não. Parte do trabalho da semana 1 é entender o que existe e em que estado está. O que precisamos é de acesso: às ferramentas, às planilhas, aos exemplos reais. Dados desorganizados mudam o desenho da solução, não inviabilizam o sprint.

Quais ferramentas vocês usam?

Somos agnósticos. A escolha depende do que a empresa já usa, do volume, do custo por operação e dos requisitos de segurança. Apresentamos as opções com prós, contras e custo mensal estimado, e a decisão é da empresa. Quando faz sentido, a solução usa a conta de IA da própria empresa.

De quem é o código e a solução no final?

Da empresa. A solução, a documentação e as credenciais ficam com o time interno. A Pixelwolf não cria dependência por propriedade; cria por resultado.

E se a solução não funcionar como esperado?

Os testes da semana 2 são feitos com casos reais do próprio processo, e a entrega só acontece quando eles passam. Os últimos dias são de operação acompanhada, para ajustar o que só aparece no uso. O que fica fora do escopo aprovado na semana 1 entra como nova etapa, não como surpresa.

Por que não é mais barato?

Porque em duas semanas um time sênior entrega uma solução rodando em produção, documentada, com o time treinado. O preço é fixo justamente para não haver conta de horas no fim. Quem compara com uma automação genérica compra outra coisa: uma ferramenta, sem o desenho do processo nem a integração com o que a empresa já tem.

E depois do sprint?

A solução fica rodando com o time da empresa. As próximas frentes entram como novos sprints ou como projeto. Para quem prefere a Pixelwolf cuidando da evolução contínua, existe um retainer mensal opcional, a partir de R$3.900 por mês, contratado à parte.

Serve para uma PME?

É onde o Sprint mais faz sentido: uma empresa que quer ver IA funcionando em um processo real antes de comprometer um projeto maior.

Pronto para falar sobre a sua operação?

Em uma conversa inicial, entendemos seu contexto e apontamos onde a IA gera mais valor.